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-O prazo (2028)
-O Projeto Serpent Lake
-O precedente
O mercado de hardware pode presenciar uma das parcerias mais marcantes dos últimos anos. De acordo com informações exclusivas compartilhadas nesta segunda-feira (15), pelo jornalista de tecnologia Erdi Özüağ (ex-editor do portal DonanimHaber), o planejamento interno da Intel prevê o lançamento dos primeiros processadores de arquitetura x86 integrados com chips gráficos NVIDIA RTX para o primeiro trimestre de 2028.
Se o cronograma for mantido, o anúncio oficial do produto deve acontecer durante a CES 2028. Até o momento, no entanto, a Intel não confirmou codinomes oficiais, configurações técnicas ou uma data exata de lançamento.

A especulação ganha força ao se alinhar com um anúncio real feito em setembro de 2025, quando Intel e NVIDIA confirmaram uma parceria para o desenvolvimento de SoCs (System-on-Chips) voltados para computadores de consumo. O objetivo da iniciativa é unir os núcleos de processamento da Intel a chiplets gráficos da linha RTX no mesmo encapsulamento.
De acordo com vazamentos anteriores de roteiros de produtos, essa linha deve fazer parte da família de codinome Serpent Lake.
O que esperar da parte técnica?
Ainda não há especificações técnicas confirmadas. Detalhes cruciais continuam sob segredo, como:
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O processo de fabricação (litografia)
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A arquitetura exata da GPU integrada
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O padrão de memórias suportado
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A divisão de tarefas se a NVIDIA cuidará sozinha das saídas de vídeo e blocos de mídia ou se a Intel manterá parte dessa lógica em um bloco separado.
Uma estratégia com precedentes
Embora uma fusão entre Intel e NVIDIA chame a atenção, a Intel já testou um conceito similar no passado. Na linha Kaby Lake-G, a empresa combinou seus processadores com chips gráficos AMD Radeon RX Vega M no mesmo pacote de silício. A grande diferença agora é o nível de colaboração direta e de longo prazo estabelecido formalmente com a NVIDIA.
Considerando que o anúncio inicial do projeto ocorreu no final de 2025, uma janela de lançamento para o início de 2028 faz bastante sentido, dando às empresas um ciclo de desenvolvimento de aproximadamente dois anos e meio.