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– Nova Lake chega em 2026 com até 52 núcleos híbridos, grande cache bLLC e arquitetura Xe3, para disputar com os Ryzen X3D da AMD
– Servidores receberão Diamond Rapids e Clearwater Forest em 2026, e Coral Rapids com SMT retornando aos P‑cores em 2028–2029
– Intel adotará litografia 18A por três gerações e lança soquete LGA1954 para o novo ciclo
Conforme publicado pelo WCCFTech hoje, sexta-feira (25), a Intel anunciou que pretende entrar com força na disputa com a AMD no segmento de CPUs de alta performance com os Nova Lake, linha de processadores da marca planejada para final de 2026, com adoção prevista tanto em plataformas desktop quanto mobile.
Os chips prometem bater de frente com os Ryzen X3D, incluindo versões com até 52 núcleos híbridos (P+E+C), novos cache bLLC de até 144 MB para competir com o 3D V‑Cache da AMD, e litografia avançada (TSMC N2 e Intel 18A) que combinada pode entregar até 25% de ganho de desempenho por thread e 36% a mais de eficiência em relação às gerações anteriores.
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A transição, entretanto, exigirá uma nova plataforma, visto que a Intel está mudando para o soquete LGA1954, acompanhando a série de chipsets 900, o que implica que usuários precisarão trocar a placa-mãe para migrar para Nova Lake.
Em algumas variantes mobile (como a Nova Lake‑AX), a azulzinha planeja integrar um iGPU com arquitetura Xe3 com até 48 unidades de execução, mirando rivalizar diretamente com chips como os Strix Halo da AMD em performance gráfica dedicada.
Novidades para os servidores

Para o mercado de servidores, a Intel confirmou o lançamento das CPUs Diamond Rapids e Clearwater Forest em 2026, voltadas respectivamente para P‑cores (até 256 núcleos) e E‑cores (até 288 núcleos), seguidas pela linha Coral Rapids, que deve estrear entre 2028 e 2029 trazendo de volta o SMT (hyperthreading) aos P‑cores, um recurso que a empresa admitiu ter sido retirado prematuramente e que prejudicou a competitividade.
Sob a liderança do CEO Lip‑Bu Tan, o Time Azul está também reformulando a estratégia tecnológica e de manufatura. Por isso, os próximos processadores das séries Panther Lake, Nova Lake e as novas linhas de servidores devem ser produzidos pelo menos por três gerações na litografia 18A, consolidando a retomada do alinhamento técnico da empresa com os principais concorrentes.
Vale notar ainda que o cronograma revela uma Intel sob intensa reestruturação, buscando recuperar a posição nos segmentos desktop e data center, nos quais a AMD vem ganhando participação rapidamente.