-Retorno da produção
-Estratégia de custo (DDR4 vs. DDR5)
-Sobrevida da plataforma
Segundo relatos recentes do portal chinês Channel Gate, a Intel está se preparando para aumentar significativamente a oferta de seus processadores Core mais antigos para desktop durante o terceiro trimestre de 2026. A principal novidade é o suposto reinício da produção das CPUs de 13ª e 14ª geração (Raptor Lake e Raptor Lake Refresh), além de um reforço no estoque de chips ainda mais antigos, englobando as 10ª e 12ª gerações.
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A decisão da Intel de injetar mais chips antigos no mercado chinês de componentes avulsos (DIY) está diretamente ligada aos preços atuais das memórias RAM. Após o período de grandes promoções do festival de compras “618” na China, a recomendação para os lojistas físicos é focar em plataformas compatíveis com DDR4 como o principal motor de vendas, aproveitando o custo-benefício.
Por outro lado, os sistemas baseados na tecnologia mais recente, a DDR5, não serão deixados de lado, mas devem ser direcionados para o varejo online, lan houses e perfis de consumidores que fazem questão de plataformas modernas de alto desempenho. Dessa forma, o mercado chinês deve se dividir em duas frentes bem claras de preço e estoque.

O movimento faz sentido quando olhamos para o cronograma da Intel, a empresa planeja lançar a linha “Raptor Lake Next” em 2027. Essa série não trará grandes mudanças de arquitetura, funcionando basicamente como uma atualização rápida (refresh) dos modelos atuais antes de a Intel migrá-los em definitivo para a nova nomenclatura de marcas (espera-se que façam parte da série Core 200).
Com isso, a plataforma LGA1700 deve ganhar uma sobrevida considerável no mercado intermediário e de entrada.