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-O custo da IA no RDNA 3
-Impacto real no FPS
-Salto visual que compensa
A AMD antecipou o lançamento do FSR 4.1 para as placas de vídeo baseadas na arquitetura RDNA 3 (série Radeon RX 7000) por meio do driver Adrenalin 26.6.2. No entanto, os primeiros testes realizados pelo portal alemão ComputerBase mostram que o novo upscaling baseado em inteligência artificial cobra o seu preço em performance quando comparado à versão anterior.
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O Custo de Desempenho no RDNA 3
Ao contrário das placas mais novas RDNA 4 (que utilizam processamento em FP8), a implementação oficial do FSR 4.1 para a linha RX 7000 roda em INT8. Essa mudança exige mais do hardware, gerando perdas perceptíveis na taxa de quadros (FPS) quando comparada ao FSR 3.1
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Radeon RX 7900 XTX (em 4K): No modo Qualidade, o ganho com o FSR 4.1 foi de 40% (contra 57% no FSR 3.1), o que representa uma perda de 11% de desempenho. No modo Desempenho, a queda foi ainda maior, ficando 14% atrás da versão antiga.
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Modelos Intermediários: O impacto é ligeiramente menor em resoluções mais baixas. A RX 7800 XT (em 1440p) e a RX 7600 (em 1080p) registraram uma perda de 7% no modo Qualidade e 9% no modo Desempenho.

Qualidade Visual Compensa a Perda
Apesar do impacto na taxa de quadros, a análise do ComputerBase destaca que o salto na qualidade de imagem é enorme, corrigindo falhas e artefatos visuais de versões experimentais anteriores.
A recomendação final dos analistas é adotar o FSR 4.1 sempre que disponível. O ganho de nitidez e estabilidade de imagem é tão alto que utilizar o FSR 4.1 no modo Desempenho consegue entregar um visual superior ao FSR 3.1 no modo Qualidade, garantindo uma fluidez excelente com uma qualidade gráfica muito melhor.